20180306_150341

PROJETO FITOSSANITÁRIO DO BICUDO-DO-ALGODOEIRO – SAFRAS 2017/2018 E 2018/2019

Projeto número: 024.2017.09.1.01

Situação: Concluído

Período de Execução: 01/01/2018 a 31/12/2019

O projeto visa o monitoramento e controle (quando houver necessidade), do bicudo do algodoeiro no cerrado Piauiense. Monitorar o comportamento do bicudo (índice BAS), identificar as regiões (ou núcleos) informando o risco de cada uma (verde, amarela e vermelha), aprimorando técnicas de controle do bicudo. O presente projeto prevê ações para os anos agrícolas de 2017/2018 e 2018/2019, cujos resultados trarão expertise e direcionamento nos projetos seguintes, conforme a necessidade do Estado. Além da atuação especifica nas regiões de cerrado, o projeto tem abertura para possíveis intervenções / acompanhamento em regiões como a do semi-árido, onde há produção de algodão em pequena escala, no modelo familiar.

 

Projeto: “ATIVIDADES FITOSSANITÁRIAS E AGRONÔMICAS PARA APOIAR UMA EXPANSÃO DO ALGODÃO NO CERRADO PIAUIENSE – SAFRAS 2019/20 A 2021/22 “

Número do Projeto: 011.2019.09.1.01019.09.1.01

Situação: Em andamento

Período de execução: 01/01/2020 a 31/08/2022

Este projeto representa uma herança do projeto “PROJETO FITOSSANITÁRIO DO BICUDO-ALGODOEIRO – SAFRAS 2017/2018 E 2018/2019 ”.

O novo projeto teve início em janeiro de 2020, coincidindo com as ações de pré-safra de 2019/2020. Além de englobar todas as ações desse projeto, ampliar ações nas áreas de: transferência de tecnologias e treinamento de produtores, bem como assistência, como fazendas de visitas periódicas a consultores especializados na cultura.

Principais resultados do projeto

– Transferência de tecnologias para produtores de cerâmicas para uso em dias de campo, reuniões de GTA, impressão de boletins técnicos, informativo mensal digitalizado e intercâmbio de experiências entre os produtores do PIAUI e com os produtos de outros Estados;

– Aperfeiçoamento contínuo dos sistemas de produção de algodão safra no PIAUI, com ganhos e custos de produção de rodízios técnicos, visitas e consultoria especializada em algodão;

– Reduzir ou manter abaixo de sete ou o número de aplicações de defesa contra bicudo ao longo das safras;

– Manter gerentes e técnicos das programações treinadas e monitorar o monitoramento de pragas e manejo de algodão visto com complexidade e custo de lavoura, além da dificuldade no monitoramento efetivo do Bicudo do algodoeiro.

Fechar Menu