Categoria: Eco News

Treinamento sobre monitoramento de pragas

Nos dias 25 e 26 de Janeiro de 2018 tivemos a realização do treinamento de monitoramento de pragas nas fazendas Progresso e Canel, situadas nos municípios de Sebastião Leal e Uruçuí respectivamente, através do Programa de Qualificação Profissional da Cotonicultura do Piauí. Os treinamentos tiveram como objetivo a qualificação de amostradores técnicos de campo na identificação e Manejo de Pragas na cultura do Algodão.

Os participantes receberam informações sobre os procedimentos corretos a serem adotado no processo de monitoramento das lavouras e técnicas sobre características de identificação das principais pragas e doenças, além dos conhecimentos em relação aos comportamentos de diferentes fases das pragas em relação as variações ambientais, bem como as condições climáticas favoráveis a ocorrência das doenças. Outro assunto apresentado foi a “Fisiologia básica” das plantas de algodão, auxiliando no entendimento das necessidades de se preservar estruturas e manejar adequadamente o desenvolvimento das plantas através da Fenologia.

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Eliminação de tigueras do algodão nas rodovias

Na primeira quinzena de Janeiro do corrente ano, demos início a eliminação de plantas involuntárias e/ou tigueras de algodão na beira de algumas rodovias no sul do Estado Piauiense. Nessa primeira etapa iniciamos em parte dos trechos entre a Fazenda Progresso e o município de Uruçuí. A Fazenda Progresso fez a eliminação das plantas de algodão correspondente às suas áreas em divisa com a rodovia e algumas partes mais críticas próximas à fazenda. Posteriormente fizemos a eliminação entre Uruçuí e a Fazenda Canel.

A limpeza das plantas de algodão foi realizada fazendo o arranque das mesmas já que tem maior eficiência, pois com seu arranque eliminamos a possibilidade delas brotarem. Além disso, houve coleta das plumas encontradas remanescentes do ano anterior, que não houve manejo. Devido essas plantas serem resistente ao glifosato (comercialmente conhecidas como RR), não são eliminadas quando as fazendas fazem suas aplicações de manejo com Glifosato, pois a maioria das tigueras de algodão estão à beira de talhões ao lado das rodovias.

Em sequência vamos seguir em outras regiões, onde houver a presença de plantas tigueras de algodão e realizar sua eliminação. Na região de Uruçuí e Baixa Grande do Ribeiro não encontramos a presença do bicudo nessas plantas tigueras até o momento. Nossa programação é realizar as limpezas a cada mês durante a safra ou quantas vezes necessárias for, pois depende também da intensidade e duração das chuvas no Estado.

Ações posteriores serão planejadas no sentido de evitar que caroços de algodão caiam de caminhões durante o transporte, favorecendo, no tempo das chuvas, sua germinação.

A eliminação das plantas de algodão consideradas tigueras tem sua importância devido evitar a proliferação de pragas e doenças, com foco principal no bicudo-do-algodoeiro.

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